Alessandro Santana, natural de Vila Velha – ES, graduou-se em música com habilitação em canto pela Faculdade de Música do Espírito Santo, FAMES. Pós graduou-se em Regência, pela Faculdade do Vale Elvira Dayrell, em Docência do Ensino Superior e também em Música e Arte na Educação, ambas pela Faculdade Vale do Cricaré. Iniciou seus estudos de técnica vocal na FAMES, aos 17 anos de idade, com o Professor Márcio Neiva (ES), e seguiu carreira, acumulando, ao longo de sua trajetória, várias óperas famosas, concertos, oratórios e cantatas. O baixo/barítono Alessandro Santana, além de ser professor de canto na conceituada escola de música Gabriel Camargo, tem o prazer de ser professor de canto erudito, na mesma faculdade que o formou.
O paulistano Antonio Vaz Lemes é pianista, professor e comunicador, criador do movimento PianoQueToca, que aproxima o piano e a música de concerto de novas plateias. Chamado pela revista inglesa Gramophone de “um Pollini latino-americano”, destaca-se pela atuação entre palco, ensino e redes sociais. Bacharel e Mestre pela Universidade Estadual Paulista, estudou também na França. Seu trabalho reúne milhões de visualizações orgânicas, cruzando repertórios clássicos e populares com didatismo, sensibilidade e poesia.
Belquior Guerrero é Doutor e Mestre em Performance Musical pela Universidade de Aveiro (Portugal) e Bacharel em Violão Erudito pela Universidade Estadual de Maringá. Iniciou seus estudos musicais aos 5 anos e, aos 12, dedicou-se a instrumentos de cordas dedilhadas. O músico é responsável pela estreia de várias obras de compositores europeus e latino-americanos e atua como solista, regente e camerista em ciclos de concertos e festivais no Brasil e em Portugal. Atualmente, é professor de Violão Clássico na Faculdade de Música do Espírito Santo (FAMES).
Carlos Alexandre Kelert, 32 anos, é baixo-barítono brasileiro, natural de Vitória (ES), bacharel em Canto Erudito pela FAMES, onde estudou com o Prof. Alessandro Santana. Atua também como regente coral e possui sólida trajetória em ópera, com participações em produções como Un Mari à la Porte, La Cambiale di Matrimonio, La Fille du Régiment e Fête Galante. Foi solista em obras de Theodore Dubois, Padre José Maurício e Mozart, além de concertos sinfônicos e musicais. Aperfeiçoou-se em masterclasses com renomados profissionais da área.
Cássia Carrascoza é flautista brasileira, improvisadora, educadora e pesquisadora. Professora Dra. do Departamento de Música da ECA – USP. De 1999 a 2018 foi flautista solista da Orquestra Sinfônica do Teatro Municipal de São Paulo. Foi integrante da Camerata Aberta, da EMESP, desde a sua fundação em 2010, com a qual recebeu o prêmio APCA 2010 de música contemporânea e o 8° Prêmio Bravo 2012. Apresentou-se em países como Alemanha, Hungria, Holanda, França, Portugal, Bélgica, Estados Unidos, Argentina e China. Desenvolve um intenso trabalho na pesquisa da performance da música contemporânea brasileira, recebendo diversas obras dedicadas a ela. Foi diretora da Orquestra Sinfônica da USP de 2024 a 2026.
O maestro Cleiton Xavier é formado em Música pela Faculdade Mozarteum. Estudou piano com Sheila Glaser e canto com Benito Maresca e Mariana Cioromila. Ao longo dos últimos anos, recebeu diversas premiações, incluindo quatro categorias no Concurso Internacional de Coros de Curitiba, Troféu Ernst Mahle e Prêmio de Artista do Ano pela Câmara de Suzano. Atua como regente e ministra aulas de técnica coral e interpretação do repertório em várias cidades do país. Foi assistente de curadoria da Orquestra Sinfônica do Espírito Santo e, desde 2024, exerce a função de assistente de direção artística do Festival.
Criado em outubro de 2014, o coro Vox Victoria foi planejado para ser um grupo independente, não ligado a qualquer instituição. Tornou-se inovador, na sua gestão, com abrangência de repertório. A sua missão é produzir apresentações buscando ampliar o acesso da comunidade à arte da música de concerto, divulgando o canto coral e instrumental de gêneros e estilos diversos.
Natural de Niterói (RJ), Cristiano Costa é pós-graduado em Música e Artes (UniBF) e bacharel em clarineta pela UNIRIO. Expoente de sua geração, destaca-se pela virtuosidade técnica e profunda atuação na música de concerto. Atualmente, exerce as funções de solista e chefe de naipe da Orquestra Sinfônica do Estado do Espírito Santo (OSES). Sua trajetória é laureada por premiações expressivas, incluindo o primeiro lugar no Concurso Sul-Americano de Clarinetistas (Argentina) e o 1º prêmio do Concurso de Jovens Solistas da Orquestra Sinfônica de Goiânia. Com participações internacionais, apresentou-se em países como: EUA, Argentina e Uruguai. Como solista, colaborou com vários grupos, incluindo: BFRJ, Camerata Sesi, OSES, OSG, Banda Sinfônica de Mogi das Cruzes. Atua, ainda, como docente em fóruns de excelência, como o Festival Internacional de Domingos Martins (ES), consolidando sua relevância na pedagogia e performance musical.
Mestre em Música (Performance em Percussão) pela Universidade Federal de Uberlândia (UFU), Especialização em Práticas Interpretativas em Música do séc. XX e XXI na Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN), bacharel em Percussão pela Faculdade Mozarteum de São Paulo (FAMOSP), formado em Percussão pelo Conservatório de Tatuí.
Atualmente, é professor de Percussão Erudita na Faculdade de Música do Espírito Santo (FAMES), timpanista da Orquestra Bachiana Filarmônica Sesi-SP e percussionista da Orquestra Sinfônica do Espírito Santo. Como intérprete, destaca-se sua participação em concertos internacionais realizados na França, Alemanha, Estados Unidos, entre outros.
David Scardua de Aquino, natural de Vitória, Espírito Santo, é um profissional versátil, formado em Comunicação Social/Jornalismo e Artes Visuais pela UFES, com estudos em figurino, caracterização e cenografia, no Rio de Janeiro, e em Cosmetologia, na Flórida, EUA. Destacou-se em montagens de óperas como Pagliacci, Madama Butterfly, O Barbeiro de Sevilha, Clitemnestra, A Profissão da Senhora Warren, além de peças teatrais como Mefisto e Um Corpo que Cai.
Débora Neves atua em óperas, concertos e produções cênico-musicais. Em 2025, participou de Carmina Burana, no Teatro Bradesco, e de João e Maria e Mass, no Theatro Municipal de São Paulo. Em 2026, integrou a estreia mundial de Hieródula, de Jocy de Oliveira, na Sala Motiva. Conquistou o 1º lugar no Concurso Natércia Lopes e o Prêmio Toriba Musical no Concurso Maria Callas. Foi 2º lugar no Canta Comigo, da Record TV. É licenciada em Música pela UNIMES e estudou na EMESP, EMM e Academia de Ópera do Theatro São Pedro.
Erika Ribeiro é uma das pianistas mais atuantes no cenário musical brasileiro e acumula apresentações internacionais nos EUA, Europa e Ásia, incluindo uma residência com o Silkroad Ensemble em Boston. Doutora pela UNIRIO com especialização em piano na Hochschule für Musik de Berlim, é membro votante da Grammy Academy. Sua discografia reúne cinco álbuns, destacando-se Sofia Gubaidúlina, Hermeto Pascoal e Igor Stravinsky, indicado ao Grammy Latino, e o seu mais recente trabalho, Villa-Lobos, ambos lançados pela Rocinante. É professora de Piano na UNIRIO e professora visitante na UNAM.
Pianista e preparador vocal, apresentou-se e lecionou em instituições como Theatro Municipal de São Paulo, Theatro São Pedro, Festival de Inverno de Campos do Jordão, Fundação Clóvis Salgado, Festival de Música Erudita do Espírito Santo, Vitória Ópera Estúdio, Festival Amazonas de Ópera; Festival de Ópera San Luis Potosí (México); Castleton Festival, Crested Butte Music Festival, CoOPERAtive, Manhattan School of Music, Westminster Choir College e Carnegie Hall (EUA); Accademia Vocale Lorenzo Malfatti, Florence Voice Seminar e La Lingua della Lirica (Itália); L’art du Chant Français (França) e Teatre Municipal de Girona (Espanha).
É formado em Comunicação e Artes pela Fundação Armando Álvares Penteado (FAAP), em São Paulo. Recebeu os prêmios APETESP, APCA, Sesc de Teatro SP, Prêmio Shell de Teatro, Prêmio Cultura Inglesa de Teatro, Prêmio Carlos Gomes de Ópera, Festival de Cinema de Paulínia e Prêmio SESC de Dança de Belo Horizonte. Criou diversos figurinos para teatro, óperas, musicais e espetáculos de dança, entre eles: Joana Dark, Paraíso Perdido, Evangelho Segundo Jesus Cristo (teatro); Bodas de Fígaro, Romeu e Julieta, O Guarani e Faustaff (ópera); My Fair Lady, West Side Story, O Rei e Eu e Evita (musical); Cubo, de Susana Yamauchi, Vem Dançar e Baobá, da Cia Cisne Negro, e Samba, da Cia Studio 3 (dança); entre outros.
Bacharel em Música com habilitação em Percussão Erudita pela Faculdade de Música do Espírito Santo (FAMES) e pós-graduando em Música com Ênfase em Educação Musical. Natural de Tatuí, SP, iniciou seus estudos musicais aos três anos de idade no Conservatório de Tatuí, onde cursou violino e percussão. Em 2003, ingressou na Orquestra de Metais Lyra Tatuí, realizando turnês pelo Brasil, Alemanha, Espanha e Holanda. Como solista, esteve à frente de alguns grupos como Orquestra Sinfônica do ES, Orquestra Camerata Sesi e Banda Sinfônica da FAMES. Como músico convidado, atuou na Orquestra Sinfônica Brasileira, Orquestra Camerata Sesi, Corpo Musical da PMES, entre outros. Atualmente, é timpanista e chefe de naipe da Orquestra Sinfônica do ES e professor do Projeto Música na Rede – ES.
Natural de São Paulo, o maestro Gabriel Rhein-Schirato é um dos nomes mais importantes no campo da ópera no Brasil. Reconhecido por suas atuações em diversos títulos como Carmen, Rigoletto, Il Trovatore, A Flauta Mágica e O Barbeiro de Sevilha, tem-se apresentado em palcos como o Theatro Municipal de São Paulo, Theatro Municipal do Rio de Janeiro, Theatro São Pedro, Theatro da Paz e Palácio das Artes. Nos últimos anos, regeu diversas estreias mundiais de obras cênico-vocais de compositores brasileiros, incluindo Maurício De Bonis, Antonio Ribeiro, Denise Garcia, Thais Montanari, Leonardo Martinelli, Marcus Siqueira e André Mehmari.
Desenvolve intenso trabalho artístico-pedagógico sobre o repertório operístico, sendo um dos fundadores do Ópera Studio do Theatro Municipal de São Paulo. Trabalhou na especialização de cantores líricos junto à Academia de Ópera do Theatro da Paz, Academia de Ópera Bidu Sayão (Theatro Municipal do Rio de Janeiro), Academia de Ópera do Theatro São Pedro, Ópera Estúdio da Companhia de Ópera do Rio Grande do Sul e VOE – Vitória Ópera Estúdio (Festival de Música Erudita do Espírito Santo).
É consultor musical, regente e membro do Núcleo de Criação do Festival de Música Erudita do Espírito Santo.
Giorgia Massetani é cenógrafa, figurinista, pintora de arte e ilustradora. Nascida na Itália, é formada pela Accademia di Belle Arti di Firenze. Atua no Brasil desde 2011, colaborando em produções de grandes casas de ópera, teatro e musicais. Integra desde 2012 o Festival Amazonas de Ópera e foi cenógrafa residente do Theatro São Pedro em São Paulo. Entre seus trabalhos recentes destacam-se Alma, Dido e Eneas, A Caixa Mágica de Natal (Prêmio CENIM 2021), Play Beckett, Il Barbiere di Siviglia, Fidelio e O Contratador de Diamantes. Faz ilustrações em revistas, livros e programas de teatro. Em 2026 foi selecionada para a residência artística Swatch Art Peace Hotel, em Xangai, China.
Atua há mais de trinta anos como maestro titular da Orquestra Sinfônica do Estado do Espírito Santo. Estudou na UFRJ, na UFMG e na UnB e teve aulas complementares com professores do Conservatório de Moscou, Manhattan School of Music e Arts Academy – Istituzione Sinfonica di Roma. É mestre em Música (Regência, Práticas Interpretativas) e bacharel em Música (Regência). Já dirigiu, como maestro convidado, algumas das principais orquestras do Brasil e do mundo, em países como Itália, Portugal, Polônia, México e Chile.
Jacqueline Lima é uma mulher preta, violinista, professora e vencedora do Prêmio da Música Capixaba de melhor instrumentista do Espírito Santo. Nascida em 1988, foi musicalizada desde a infância no projeto social da Igreja Batista, na qual sua mãe e toda a família também receberam formação musical.
Atua como violinista da Orquestra Camerata SESI/ES desde 2007, da Orquestra Filarmônica de Mulheres do ES desde 2020, e desde 2011 também atua na Orquestra Sinfônica do Estado do Espírito Santo (OSES), onde segue sob a regência do maestro Helder Trefzger e outros maestros renomados no meio musical brasileiro e internacional, exercendo a função de spalla em variados concertos.
Jonathan Azevedo iniciou seus estudos de violoncelo aos 15 anos na Orquestra Petrobras Sinfônica (OPES), com mestres como Marcelo e Atelisa de Salles e Hugo Pilger. Participou de masterclasses com nomes como Antônio Meneses, Márcio Carneiro e Julian Rachlin. Atuou em orquestras como Cesgranrio e Camerata SESI, além de se apresentar com artistas como Djavan, Yamandu Costa e Eliane Coelho. Atualmente, é violoncelista da Camerata SESI, chefe de naipe de violoncelos da Orquestra Sinfônica do Espírito Santo e integra o Quarteto Bratya.
Léo de Paula é percussionista, professor e compositor de trilhas sonoras para espetáculos de teatro e dança. Já se apresentou em países como Colômbia, Rússia, Inglaterra, Holanda, Sérvia e Estados Unidos, e em vários estados do Brasil. É músico da Orquestra Sinfônica do Espírito Santo (OSES), professor do projeto Vale Música Espírito Santo e instrutor de oficinas do Museu Capixaba do Negro (MUCANE). Atua de forma versátil em diversos segmentos artísticos, tendo lançado dois álbuns solo: Caminhos e Órbitas, 2024; Grão: Território Percussivo, 2021; ambos disponíveis nas plataformas digitais.
Livia é formada em Artes Cênicas pela Universidade de São Paulo. Recentemente concebeu e dirigiu produções de Don Pasquale no Theatro São Pedro, em São Paulo, e Madama Butterfly no Teatro Colón de Buenos Aires e no Theatro Municipal de São Paulo. Entre 2022 e 2025 assinou a direção cênica das estreias de três óperas brasileiras, A profissão da Senhora Warren, A Procura da Flor e O Canto do Cisne. Em 2019, sua encenação de L’Italiana in Algeri, no Theatro São Pedro, foi eleita a melhor montagem de ópera pelo Guia da Folha de São Paulo. Dentre outras produções premiadas estão também Salomé, vencedora do Prêmio Concerto 2014, e L’Enfant et les Sortilèges, condecorada com seis prêmios no XV Prêmio Carlos Gomes. Desde 2022, é diretora artística do Festival de Música Erudita do Espírito Santo, no qual atuou como curadora em 2020 e 2021. Foi idealizadora e curadora da Academia de Ópera 2021, da Fundação Clóvis Salgado, ao lado do maestro Gabriel Rhein-Schirato.
Iniciou o curso de Flauta Transversal sob coordenação dos professores Anselmo Pereira e Edson Beltrami. Participou das edições II, III e IV Encontro Internacional de Madeiras, Tatuí, VI Curso de Férias de Tatuí, X Encontro Internacional de Flautistas (ABRAF) Campinas; 35°Curso Internacional de Verão de Brasília (CIVEBRA), Festival Brasil-Alemanha no Rio de Janeiro; 7ª edição do Festival Internacional Sesc de Música, no RS,Selecionado em 2014 para o XIX Escuela International de Professores Visitantes (ativo) PUC – Chile, dentre outros festivais. Também frequentou aulas de mestres como: Sophie Cherrier (França), Jessica Dalsant (Itália), Edson Beltrami (Brasil), Rogério Wolf (Brasil), Tadeu Coelho (Brasil), Michel Bellavance (Suiça), Mathias Allin (Alemanha), Wally Haze (Alemanha), dentre outros.
Formou-se no conservatório de Tatuí 2012, com o professor Anselmo Pereira.
Atualmente, integra a Orquestra do Estado do Espírito Santo. Como concertista e camerista, atuou no programa Prelúdio (TV Cultura) nas edições 2013 e 2017, em 2014 recebeu menção honrosa no IV Concurso de Música de Câmara do 52° Festival Villa-Lobos, no Rio de Janeiro .Contribuiu em projetos como: Série Master Concertos StudioClio em Porto Alegre (MinC–Stihl) , integrou a série de concertos de Música no Museu Brasileiro de Escultura (MuBE) São Paulo , Paixão Segundo São João (Trupe Barroca) 2021 e 2025, 10º Festival de Música Erudita do Espírito Santo (COES), 4° Vitória Ópera Estúdio (VOE), Projeto de Circulação – A Opereta do Café (Portal Produtora Cultural) , 1º Festival de Ópera Capixaba (FOCA) , dentre outros projetos.
Maini Moreno iniciou seus estudos de harpa aos sete anos no Conservatório de Tatuí, sob orientação de Liuba Klevtsova, e estreou cedo como solista. Foi vencedora do Concurso Interno de Harpa do Conservatório e laureada no Concurso Jovens Solistas da PROMUS (2022), apresentando-se com a Orquestra Sinfônica de Barra Mansa. Graduada pela UNIMES, atualmente integra o programa de pós-graduação em Música da Universidade Federal do Rio de Janeiro. Já atuou com importantes orquestras brasileiras e atualmente é harpista principal da Orquestra Sinfônica do Estado do Espírito Santo.
Em 2025, interpretou Malcom na ópera Macbeth e Robins na ópera Porgy and Bess, no Theatro Municipal de São Paulo. E em 2024, o Maestro Vicente na ópera Contratador de Diamantes, no mesmo teatro. Em agosto de 2024 foi Rodolfo em La Bohème no Theatro da Paz. No Teatro Bradesco em São Paulo, foi protagonista nas óperas Carmen e La traviata (2023). No Palácio das Artes, interpretou Manoel Francisco na ópera Aleijadinho (2022). Em 2015, foi um dos vencedores do Concurso Internacional Ottavio Ziino em Roma. Em 2016, foi o personagem título na primeira montagem completa da ópera Der Zwerg de Zemlinsky, no Theatro São Pedro (SP).
Diretor teatral, ator e professor de teatro com 20 anos de experiência na direção de espetáculos teatrais, ópera, peças musicais, etc. Bacharel em Direção Teatral (UFRJ), abordou a teatralidade operística em seu Mestrado em Artes Cênicas (UNIRIO). Entre suas produções recentes, destacam-se as montagens de Clitemnestra (2024) no Festival de Música Erudita do Espírito Santo, O Elixir do Amor (2024) e Pagliacci (2023), no Theatro Municipal do Rio de Janeiro, e suas encenações de Carmen no Festival de Música Erudita do Espírito Santo (2019) e no Palácio das Artes (2015). Desde 2013, é professor da Faculdade CAL de Artes Cênicas (RJ). Em sua trajetória, trabalhou com nomes como Livia Sabag, Julianna Santos, André Heller, Mirna Rubim e Gustavo Gasparani.
Elogiada internacionalmente pelo “vocalismo deslumbrante” (Voce di Meche) e timbre de “cor fascinante” (Parterre Box), Monique Galvão destaca-se em palcos norte-americanos. Em Nova York, apresentou-se em concerto ao lado de Nadine Sierra e protagonizou Carmen na Chautauqua Opera e no Miami Music Festival. Com a Academy of Vocal Arts, encenou papéis centrais como Mignon e Donna Elvira. Recentemente foi premiada pela Loren L. Zachary National Vocal Competition, estreou no Theatro Municipal de São Paulo como Elvira (Don Giovanni) e colaborou com a Florida Grand Opera.
Cantora lírica capixaba de maior expressão. Bacharel em História pela UFES e Canto pela EMES, Natércia Lopes aperfeiçoou-se no Conservatório Brasileiro de Música do Rio de Janeiro. Na Itália, estudou no Teatro Alla Scala, em Milão, com os renomados maestros Romano Gandolfi, Carlo Camerini e Otello Borgonovo. Em Siena, estudou na Accademia Chigiana com o prestigiado maestro Giorgio Favaretto. Cantou na Polônia, França e Portugal. No Brasil, cantou em alguns dos principais teatros brasileiros, como o Theatro Municipal de São Paulo, a Sala Cecília Meireles, o Palácio das Artes e o Teatro Guaíra. Foi Diretora da FAMES e Coordenadora de Cultura da UFES. Atuou como diretora artística do Festival de Música Erudita do Espírito Santo de 2014 a 2021. Em 2021, foi imortalizada pela Academia de Música do Brasil.
Fundada em 1977 como Orquestra de Câmara do Espírito Santo, a Orquestra Sinfônica do Espírito Santo (Oses) consolidou-se como uma das principais instituições culturais do Estado, tendo como maestro titular Helder Trefzger desde 1992. Ao longo de sua trajetória, contou com renomados regentes nacionais e internacionais, além de dialogar com a cultura capixaba ao integrar a música erudita com manifestações populares, como bandas de congo, o Ticumbi de São Benedito e artistas do rap local.
Mantida pelo Governo do Espírito Santo e atualmente gerida pela Companhia de Ópera do Espírito Santo (Coes), a Oses desenvolve projetos de formação de plateia e democratização da música, como os Concertos Didáticos, Orquestra nas Escolas, Sinfônica no Parque e produções especiais que aproximam o repertório sinfônico a diferentes públicos.
Encenador e designer português, com percurso internacional em ópera, teatro e musicais. Formado pela ESMAE e Fundação Calouste Gulbenkian. Foi encenador residente no JPYAP da Royal Opera House. O seu trabalho cruza uma forte dimensão visual com uma abordagem que, mantendo a fidelidade à narrativa original, a reinventa numa leitura crítica do presente. É uma das vozes portuguesas mais reconhecidas na encenação operática contemporânea. Aclamado pela crítica internacional pela força visual e precisão dramatúrgica, as suas criações foram descritas como “experimentação ousada” (The Guardian) e “hipnotizante” (The Times).
Rafael Stein é tenor, formado em Pedagogia e em Canto e Arte Lírica pela FFCLRP-USP. Integra a Cia. Minaz desde 2010, atuando como solista, professor e coordenador pedagógico. Possui ampla experiência em ópera e teatro musical, tendo interpretado papéis como Don José (Carmen), Rodolfo (La Bohème), Alfredo (La Traviata), Rinuccio (Gianni Schicchi), Jesus (Jesus Christ Superstar) e Tony (West Side Story).
Foi premiado no 16º Concurso Brasileiro de Canto Maria Callas com o Prêmio Especial Sarzana-Itália e participou do Festival de Ópera de Sarzana, na Itália. Atuou também na 35ª Oficina de Música de Curitiba e apresentou-se com a Orquestra Filarmônica do Amazonas no Teatro Amazonas.
Recebeu orientação vocal de nomes como Yuka Almeida Prado, Angelo Fernandes, Alberto Mastromarino e Gisele Ganade, e trabalhou sob a regência de maestros como Abel Rocha, Cinthia Alireti, Fernando Malheiro, Gabriel Rhein-Schirato, Luis Gustavo Petri, Mitia D´Acol, Priscila Bomfim e Rubens Ricciardi.
Revelação Lírica de 2024 e premiada em concursos na América Latina, Raquel Paulin é um dos principais nomes da nova geração. Internacionalmente, destacam-se sua estreia no Festival Beirut Chants, Líbano, e como Gilda (Rigoletto) em Santiago do Chile. Solista na gravação da 4ª Sinfonia de Mahler com a Filarmônica de Minas Gerais, atuou sob regência de maestros como Fabio Mechetti, Ira Levin, Roberto Minczuk e Carlos Prazeres. Seu repertório inclui papéis centrais como Musetta, Zerlina e Norina em produções nos principais palcos brasileiros, como o Theatro Municipal de São Paulo e o Theatro São Pedro (SP).
Renata Borges é produtora cultural, gestora e pesquisadora, mestranda em Economia da Cultura (UFRGS) e tecnóloga em Processos Gerenciais (FGV/RJ). Com sólida trajetória na gestão artística e operacional de equipamentos culturais e grandes eventos, acumula ampla experiência na coordenação, orçamentação e viabilização de projetos nas artes performáticas e na música de concerto. À frente de montagens operísticas e projetos de formação, dedica-se a conectar planejamento estratégico, sustentabilidade financeira e prática de palco na produção cultural.
Rodney Silveira é Primeira Viola da Orquestra Sinfônica do Espírito Santo desde 2016, celebrando em 2026 dez temporadas à frente do naipe. Formado pelo Conservatório Brasileiro de Música e Licenciado em Música pela UNIMES, integrou a Orquestra Sinfônica Brasileira Jovem e participou de relevantes festivais e masterclasses no Brasil e no exterior, tendo aulas com destacados professores de viola do país e internacionais.
Dedica-se à música de concerto e à música de câmara, sendo integrante da Camerata SESI-ES e do Quarteto Bratya. Ao longo de sua trajetória, tem colaborado com diversas orquestras brasileiras e mantido atuação constante em concertos e projetos musicais.
Aclamado pela crítica, Rodrigo Esteves consolidou carreira internacional em palcos como Arena di Verona (Scarpia), Deutsche Oper Berlin (Alfio, com Roberto Alagna), Teatro Colón e Ópera de Monte Carlo. Destacam-se atuações no Teatro Carlo Felice (Gênova), Palau de les Arts (Valência) — onde colaborou com Plácido Domingo —, além de palcos em Madri, Spoleto e Tóquio. Sob regência de Lorin Maazel e Rafael Frühbeck de Burgos, interpretou papéis como Iago, Falstaff e Germont. No Brasil, foi premiado com o Troféu Carlos Gomes (2009/10) e colabora frequentemente com a OSESP e os Theatros do Rio de Janeiro e São Paulo.
Tamara Lopes é encenadora e pesquisadora. Em 2025, assinou a direção cênica e a direção de arte da ópera A Voz Humana, de Poulenc. Colaborou como assistente de direção do italiano Marco Gandini no Vitória Ópera Estúdio, por dois anos consecutivos: La Molinara, de Paisiello, em 2025, e La Scala di Seta, de Rossini, em 2024. Neste mesmo ano, dirigiu a estreia latino-americana de Catone in Utica, de Vivaldi, e foi assistente de figurino de Fábio Namatame na ópera Clitemnestra, de Marcos Siqueira com libreto de Livia Sabag e João Luiz Sampaio, no 12º Festival de Música Erudita do Espírito Santo. Dentre suas outras direções cênicas estão Così Fan Tutte, Carmen, Transtornos e A Filha do Regimento.
Administrador, profissional de marketing, contabilista, organizador, projetista e produtor. Atento às transformações do mercado e ciente da importância da valorização da cultura, o capixaba revela-se um projetista cultural sensível e dinâmico, produzindo projetos criativos de alta valorização social e ao mesmo tempo cultural. Traz na bagagem eventos realizados para empresas com credibilidade no mercado nacional e internacional, entre eles o Festival de Música Erudita do Espírito Santo e o Natal de Encantos.
Atualmente, além de gestor da Orquestra Sinfônica do Espírito Santo, exerce o cargo de presidente da Companhia de Ópera do Espírito Santo. Foi um dos diretores fundadores do Fórum Brasileiro de Ópera, Dança e Música de Concerto e membro por dois mandatos do Conselho Estadual de Cultura (Câmara de Artes Musicais). Em 2015, lançou, em parceria com a arquivista Leila Valle, o livro Inventário do Acervo da Companhia de Ópera do Espírito Santo – As óperas encenadas no Espírito Santo e, em 2020, Memórias da Serra, em parceria com a jornalista Carol Veiga.
Violonista, guitarrista, compositor, professor e pesquisador, natural de Franca, SP. É graduado, mestre e doutor em música pela UNICAMP (Universidade Estadual de Campinas). Atua como professor de violão e guitarra elétrica da FAMES (Faculdade de Música do Espírito Santo). Conta com dois álbuns solo, Violão de Afetos (2020) e Fonte da Saudade (2024), além de diversas participações em outros trabalhos fonográficos. Para 2026, prepara o lançamento de mais um álbum solo, que contará com a participação especial de Toninho Horta, emblemático guitarrista e compositor da MPB.
O capixaba Willian Lizardo é bacharel em Música, com habilitação em Piano, pela Faculdade de Música do Espírito Santo, e mestre em Música pela Universidade Federal do Rio de Janeiro. Ao longo de sua formação foi orientado por importantes pianistas brasileiros, como Miguel Proença, Luis Senise e, atualmente, recebe mentoria artística da prestigiada pianista Linda Bustani.
Atuou em diversas salas de concerto, no Brasil e na Europa, como solista e camerista. Foi premiado nos concursos Villa-Lobos (2009), Souza Lima (2011) e no Concours International de Piano de Saint Paul Les Trois Châteaux (França, 2024). Recebeu o prêmio Melhor Intérprete de Alberto Nepomuceno no 1° Concurso Internacional do EIPOC (Portugal) e, em 2023, conquistou o 1° lugar na categoria Concerto no 3° Concurso GruPiano da Orquestra Sinfônica de Guarulhos (São Paulo).